Biografia:
Mary Flannery O’Connor, conhecida como Flannery O’Connor, nasceu a 25 de março de 1925, em Savannah, Geórgia, Estados Unidos, e faleceu a 3 de agosto de 1964, em Milledgeville, Geórgia. Foi uma escritora, contista e ensaísta norte-americana, considerada uma das maiores figuras da literatura dos Estados Unidos no século XX e uma referência incontornável da ficção gótica sulista (Southern Gothic).
Filha única de Edward Francis O’Connor e Regina Cline O’Connor, cresceu em Savannah até se mudar para Milledgeville após a morte do pai. Estudou na Georgia State College for Women (atual Georgia College & State University), licenciando-se em Sociologia e Literatura Inglesa em 1945. Prosseguiu os estudos na prestigiada Iowa Writers’ Workshop, da Universidade de Iowa, onde começou a afirmar-se como uma das vozes mais promissoras da literatura norte-americana.
Em 1952 foi diagnosticada com lúpus eritematoso sistémico, a mesma doença que causara a morte do pai. A enfermidade obrigou-a a regressar à quinta da família, Andalusia Farm, em Milledgeville, onde viveu grande parte do resto da vida. Apesar das limitações impostas pela doença, manteve uma intensa atividade literária, escrevendo algumas das obras mais marcantes da literatura contemporânea.