Biografia:
Paulo José Miranda nasceu em 1965, na Aldeia de Paio Pires, que fica a 16 km a sul de Lisboa. Estudou guitarra clássica na Academia de Amadores de Música. Estudou ainda um ano no Hot Club e licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Letras de Lisboa. Publica o seu primeiro livro de poesia em 1997, A Voz Que Nos Trai , pela Cotovia, com o qual vence o primeiro Prémio Teixeira de Pascoaes. Em 1998 torna-se membro do Pen Club. E, nesse mesmo ano, publica quatro livros, também pela Cotovia: A Arma do Rosto , poesia; O Corpo de Helena , teatro (tragédia); e os dois primeiros livros de ficção, da sua trilogia do século XIX, Um Prego no Coração e Natureza Morta . Em 1999 ganha uma bolsa de criação literária para escrever o último livro da trilogia, Vício . Em Maio desse mesmo ano, e por sugestão do poeta Pedro Tamen, director da Gulbenkian, nessa altura, vai para Toledo (Espanha) em representação de Portugal, nos Encontros de Cultura Mediterrânica, que duram quinze dias. Aí conhece a cineasta turca Pelin Esmer e, depois de algum tempo em Lisboa, passam ambos a viver em Istambul. Ainda nesse ano, e já a viver em Istambul, recebe o primeiro Prémio José Saramago, pelo livro Natureza Morta . Em 2001, com uma bolsa da Fundação do Oriente, vive 3 meses em Macau, com o compromisso de escrever um livro de ficção acerca do poeta Camilo Pessanha. Nesse mesmo ano, sai pela Cotovia o último volume da sua trilogia, Vício . Regressa a Istambul, depois dos meses de Macau, e viaja pelo Mediterrâneo e pelo Médio Oriente. Em 2002, publica mais dois livros na Cotovia: o livro de poesia Tabaco de Deus , e o de ficção O Mal , o livro em torno de Camilo Pessanha. No início de 2003 regressa a Portugal. Mas há-de voltar ainda mais uma vez a Istambul, nesse ano, onde fica até 2004. Pelo meio, em Portugal, escreve o seu romance Com O Corpo Todo , publicado pela Ulisseia, em 2011. Vive o ano de 2004 em Lisboa, onde escreve América, editado pela Quetzal em 2008; e o livro de poesia também inédito Sob a Água dos Céus . Ainda neste ano começa a escrever as ” Cartas de Amor ” num blogue que se chama ” O Coração Gasta-se “, onde publica uma carta todas as semanas, às segundas-feiras. Continuará este seu projecto por mais 3 anos e em várias cidades. Estas cartas seriam mais tarde publicadas pela Abysmo, em 2014, com o título de Todas as Cartas de Amor . Em Julho de 2005 parte para o Brasil, para o Rio de Janeiro. Aí escreve o livro, também editado pela Abysmo , já em 2015, A Doença da Felicidade . Seis meses depois ruma a São Paulo, onde fica a viver por 2 anos e onde escreve bastantes crónicas, a continuação das cartas de amor, o romance A Máquina do Mundo e mais dois ensaios ainda inéditos: um sobre Fernando Pessoa, e outro sobre Eça de Queirós e a tragédia grega. A Máquina do Mundo viria a ser editado pela Abysmo em 2014. Em 2007, em São Paulo, conhece aquela que foi sua mulher por oito anos, Áurea Cruz, advogada tributária, e ruma a Curitiba. É um ano muito atribulado, com tentativas de implementação de uma ONG dedicada ao ensino da Leitura, a VivALer, que acaba por não dar certo. Depois dos conturbados tempos de Curitiba, em 2008 passa a viver em Florianópolis, onde continua escrevendo, mas fundamentalmente regressa à música, monta um pequeno estúdio e passa a viver de aulas de guitarra e baixo, e de gravações de demos e ensaios. Escreve ainda nesse ano o romance Filhas , publicado mais tarde pela Oficina do Livro, em 2012, e a peça de teatro infantil Colmeiópolis Um Dia na Cólmeia ; originalmente escrito para uma companhia de teatro amadora da vizinhança, e mais tarde, em 2013, publicada em Maputo (Moçambique) pela editora Escola Portuguesa de Maputo. Em 2011, passa 3 meses no Rio Grande do Sul, trabalhando na obra do escritor Aldyr Garcia Schlee, e fazendo várias apresentações da mesma, nas cidades de Jaguarão, Pelotas e Porto Alegre. No final desse ano muda-se para a Fazenda Rio Grande, na área metropolitana de Curitiba, onde viveu até finais de Maio de 2015. Aí escreve o livro de poesia Exercícios de Humano , editado em 2014, pela Abysmo, e vencedor do Prémio SPA 2015, melhor livro de poesia. Paulo José Miranda nasceu em 1965, na Aldeia de Paio Pires, que fica a 16 km a sul de Lisboa. Estudou guitarra clássica na Academia de Amadores de Música. Estudou ainda um ano no Hot Club e licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Letras de Lisboa. Publica o seu primeiro livro de poesia em 1997, A Voz Que Nos Trai , pela Cotovia, com o qual vence o primeiro Prémio Teixeira de Pascoaes. Em 1998 torna-se membro do Pen Club. E, nesse mesmo ano, publica quatro livros, também pela Cotovia: A Arma do Rosto , poesia; O Corpo de Helena , teatro (tragédia); e os dois primeiros livros de ficção, da sua trilogia do século XIX, Um Prego no Coração e Natureza Morta . Em 1999 ganha uma bolsa de criação literária para escrever o último livro da trilogia, Vício . Em Maio desse mesmo ano, e por sugestão do poeta Pedro Tamen, director da Gulbenkian, nessa altura, vai para Toledo (Espanha) em representação de Portugal, nos Encontros de Cultura Mediterrânica, que duram quinze dias. Aí conhece a cineasta turca Pelin Esmer e, depois de algum tempo em Lisboa, passam ambos a viver em Istambul. Ainda nesse ano, e já a viver em Istambul, recebe o primeiro Prémio José Saramago, pelo livro Natureza Morta . Em 2001, com uma bolsa da Fundação do Oriente, vive 3 meses em Macau, com o compromisso de escrever um livro de ficção acerca do poeta Camilo Pessanha. Nesse mesmo ano, sai pela Cotovia o último volume da sua trilogia, Vício . Regressa a Istambul, depois dos meses de Macau, e viaja pelo Mediterrâneo e pelo Médio Oriente. Em 2002, publica mais dois livros na Cotovia: o livro de poesia Tabaco de Deus , e o de ficção O Mal , o livro em torno de Camilo Pessanha. No início de 2003 regressa a Portugal. Mas há-de voltar ainda mais uma vez a Istambul, nesse ano, onde fica até 2004. Pelo meio, em Portugal, escreve o seu romance Com O Corpo Todo , publicado pela Ulisseia, em 2011. Vive o ano de 2004 em Lisboa, onde escreve América, editado pela Quetzal em 2008; e o livro de poesia também inédito Sob a Água dos Céus . Ainda neste ano começa a escrever as ” Cartas de Amor ” num blogue que se chama ” O Coração Gasta-se “, onde publica uma carta todas as semanas, às segundas-feiras. Continuará este seu projecto por mais 3 anos e em várias cidades. Estas cartas seriam mais tarde publicadas pela Abysmo, em 2014, com o título de Todas as Cartas de Amor . Em Julho de 2005 parte para o Brasil, para o Rio de Janeiro. Aí escreve o livro, também editado pela Abysmo , já em 2015, A Doença da Felicidade . Seis meses depois ruma a São Paulo, onde fica a viver por 2 anos e onde escreve bastantes crónicas, a continuação das cartas de amor, o romance A Máquina do Mundo e mais dois ensaios ainda inéditos: um sobre Fernando Pessoa, e outro sobre Eça de Queirós e a tragédia grega. A Máquina do Mundo viria a ser editado pela Abysmo em 2014. Em 2007, em São Paulo, conhece aquela que foi sua mulher por oito anos, Áurea Cruz, advogada tributária, e ruma a Curitiba. É um ano muito atribulado, com tentativas de implementação de uma ONG dedicada ao ensino da Leitura, a VivALer, que acaba por não dar certo. Depois dos conturbados tempos de Curitiba, em 2008 passa a viver em Florianópolis, onde continua escrevendo, mas fundamentalmente regressa à música, monta um pequeno estúdio e passa a viver de aulas de guitarra e baixo, e de gravações de demos e ensaios. Escreve ainda nesse ano o romance Filhas , publicado mais tarde pela Oficina do Livro, em 2012, e a peça de teatro infantil Colmeiópolis Um Dia na Cólmeia ; originalmente escrito para uma companhia de teatro amadora da vizinhança, e mais tarde, em 2013, publicada em Maputo (Moçambique) pela editora Escola Portuguesa de Maputo. Em 2011, passa 3 meses no Rio Grande do Sul, trabalhando na obra do escritor Aldyr Garcia Schlee, e fazendo várias apresentações da mesma, nas cidades de Jaguarão, Pelotas e Porto Alegre. No final desse ano muda-se para a Fazenda Rio Grande, na área metropolitana de Curitiba, onde viveu até finais de Maio de 2015. Aí escreve o livro de poesia Exercícios de Humano , editado em 2014, pela Abysmo, e vencedor do Prémio SPA 2015, melhor livro de poesia.