Sobre Victor L. Pinel

Biografia:

Originário de Madrid, o jovem desenhador Víctor Pinel apaixonou-se desde muito cedo pela banda desenhada, tendo efetuado os seus estudos na l’ESDIP de Madrid onde obteve uma formação artística. Os seus primeiros projetos profissionais orientam-no rapidamente para encomendas de trabalhos para obras dirigidas a um público juvenil, mas também para o cinema de animação como storyboarder e colorista. Trabalha desde 20212 como professor na ESDIP e no estúdio de animação que lhe é associado. Dirigiu as curta-metragens «Closed» (2014) e «I wish…» (que foi nomeado para os prémios Goya em 2019). Em 2016 publica «Les Petites marées-rose», terceira história da coleção criada por Séverine Vidal na editora “Les Enfants Rouges”. O seu estilo simultaneamente delicado e apurado tem várias influências que vão de Takehiko Inoue ( Slam Dunk ) a Frederik Peeters ( Aâma ). Em 2020 ingressa no catálogo da Bamboo/Grand Angle com a obra «Puisqu’il faut des hommes», que conta com argumento de Philippe Pelaez. Originário de Madrid, o jovem desenhador Víctor Pinel apaixonou-se desde muito cedo pela banda desenhada, tendo efetuado os seus estudos na l’ESDIP de Madrid onde obteve uma formação artística. Os seus primeiros projetos profissionais orientam-no rapidamente para encomendas de trabalhos para obras dirigidas a um público juvenil, mas também para o cinema de animação como storyboarder e colorista. Trabalha desde 20212 como professor na ESDIP e no estúdio de animação que lhe é associado. Dirigiu as curta-metragens «Closed» (2014) e «I wish…» (que foi nomeado para os prémios Goya em 2019). Em 2016 publica «Les Petites marées-rose», terceira história da coleção criada por Séverine Vidal na editora “Les Enfants Rouges”. O seu estilo simultaneamente delicado e apurado tem várias influências que vão de Takehiko Inoue ( Slam Dunk ) a Frederik Peeters ( Aâma ). Em 2020 ingressa no catálogo da Bamboo/Grand Angle com a obra «Puisqu’il faut des hommes», que conta com argumento de Philippe Pelaez.