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Histórias da PIDE Volume 2 – Quando era a DGS de Caetano

José Pedro Castanheira

20,90 

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REF: 9789895950713 Categoria:

Descrição:

Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): UM LIVRO SOBRE COMO A DGS DE MARCELLO CAETANO EM NADA DIMINUIU A VIOLÊNCIA E A ACTUAÇÃO DA PIDE.
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direcção Geral de Segurança (DGS). A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio
em Paris. Outra vítima foi o militante clandestino do PCP, Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (actual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche. À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974. A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar mandava.

Características

Autor
José Pedro Castanheira
Editora
Tinta da China
Número de páginas
360
Edição
Junho 2026
Dimensões (cm)
21 × 14 × 2.2 cm
Peso
220 g

Sobre o autor

José Pedro Castanheira

José Pedro Castanheira

José Pedro Castanheira (Lisboa, 1952) é jornalista profissional desde 1974. Tem formação em Economia e uma pós-graduação em Jornalismo. Trabalhou em jornais como A Luta, O Jornal e, durante 28 anos, o Expresso.

Perfil do autor