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A Guerra das Salamandras

Karel Capek

18,00 

Em stock

REF: 9789726083245 Categoria:

Descrição:

Já muito se disse sobre A Guerra das Salamandras (1936): livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos, vítimas de bem-intencionadas Sociedades para a Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchados nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Capek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.

Características

Autor
Karel Capek
Editora
Antigona
Número de páginas
312
Edição
Setembro 2021
Dimensões (cm)
21 × 13.5 × 1.9 cm

Sobre o autor

Foto do autor Karel Capek

Karel Capek

Em 1939, quando os nazis invadiram Praga, Karel Čapek (1890-1938) foi um dos primeiros checos que quiseram deter. Acontece que este símbolo da liberdade e da luta contra as ideologias falecera um ano antes. Passou à posteridade como co-inventor da palavra «robô» (a par do seu irmão), na peça R.U.R. (1920), e como candidato ao Prémio Nobel, preterido pela Academia Sueca para não despertar a ira de Hitler. A sua carreira repartiu-se pela escrita jornalística e ensaística, pela dramaturgia e pelo romance, satirizando a ganância e o materialismo desenfreado a expensas da alma, o fanatismo e os slogans que acenam sedutoramente às massas. Numa época em que as democracias submergiam, soube alertar o homem para todo o tipo de manipulações, censurando totalitarismos que se proclamavam inquestionáveis. É considerado um dos grandes escritores checos, a par de Franz Kafka, Jaroslav Hašek e Bohumil Hrabal, e a sua obra esteve banida durante as décadas de comunismo no país.

Perfil do autor