A Teoria do Amor
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Descrição:
Publicado pouco depois de A Piada Infinita, este livro mostra por que razão David Foster Wallace é considerado um dos mais criativos e geniais autores da literatura norte-americana.
Breves Entrevistas a Homens Hediondos foi lançado em 1999 e inclui vinte e três contos onde Wallace explora alguns dos seus temas favoritos, como a dependência de drogas, a depressão, o sexo, a misoginia, os relacionamentos amorosos, os média e as barreiras de comunicação que impedem as pessoas de partilhar seus sentimentos. O seu estilo, mesmo quando trata da existência de «homens horrendos», é bem humorado, divertido, sarcástico e experimental, nunca deixando de ser enternecedor.
As histórias de David Foster Wallace retratam um mundo onde o bizarro e o banal se entrelaçam e onde homens horrendos aparecem sob as mais diversas formas – como uma ameaça ou um tormento, mas sempre apresentados com atenção ao pormenor e virtuosismo, sem temer as armadilhas da linguagem e os seus labirintos.
A romancista Zadie Smith escreveu sobre Wallace: «Um visionário, um artesão, um cómico e tão sério quanto se pode ser sem escrever um texto religioso. É tão moderno que parece habitar um contínuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.»
«O livro mais envolvente, brilhante e completo de David Foster Wallace.»
San Francisco Chronicle
«Todo o notável poder de observação de David Foster Wallace – já para não falar da sua energia maníaca – incide não sobre o mundo em geral, como acontecia na sua obra-prima A Piada Infinita, mas sobre os remoinhos interiores das suas personagens fúteis.»
The New York Times
«Para os críticos, Breves Entrevistas a Homens Hediondos era um livro irónico sobre a misoginia. Lê-lo era como estar preso numa sala com misóginos irónicos sob o efeito de anfetaminas, ou algo do género. Para mim, ler Breves Entrevistas não foi nada como estar preso. Foi como estar na igreja. E a palavra importante não era ironia, mas dádiva.»
Zadie Smith
«Wallace não agrada a todos, mas a mim agrada-me. Acho que sei alguma coisa sobre a forma como as pessoas amam, mas não sei nada sobre ódio, psicose, crueldade. Ou talvez não tenha coragem para admitir que sei. Wallace escreve brilhantemente sobre homens e mulheres hediondos e a cultura hedionda que os produz.»
Zadie Smith
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