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Comboios Rigorosamente Vigiados

Bohumil Hrabal

15,00 

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REF: 9789726083818 Categorias: ,

Descrição:

Pérola de humor, heroísmo e humanidade, COMBOIOS RIGOROSAMENTE VIGIADOS (1965) leva-nos a uma pacata estação ferroviária na Checoslováquia ocupada pelos nazis, nos últimos dias da guerra na Europa. Entre o ramerrame de chegadas e partidas, ruidosos vagões e locomotivas, esvoaçam os pombos predilectos do chefe de estação, asas de aviões tombam no jardim do reitor da vila, a telegrafista arrebata corações e Miloš Hrma morre de amores pela bela Máša. Este tímido e jovem aprendiz dos caminhos-de-ferro estatais – que herdou um hilariante historial de família, saborosamente contado por Hrabal – também um dia se decide a desafiar os invasores, demonstrando que a resistência habita por vezes os homens e os locais mais improváveis.

Características

Autor
Bohumil Hrabal
Editora
Antigona
Número de páginas
136
Edição
Junho 2026
Peso
191 g

Sobre o autor

Foto do autor Bohumil Hrabal

Bohumil Hrabal

Bohumil Hrabal (1914-1997) é um dos maiores escritores checos do século xx, a par de Jaroslav Hašek, Karel Čapek e Milan Kundera. Eterno compincha de caneca erguida nos tabernas de Praga, amigo da boa cerveja e de gatos (a ordem é aleatória), cedo se deixou seduzir pelos encantos da capital checa. Cursou Direito, que nunca exerceu, viveu a ocupação nazi e o estalinismo do pós-guerra, e teve um sem-fim de ofícios, nos quais beberia a inspiração para os seus livros: de ferroviário durante a guerra (Comboios Rigorosamente Vigiados, 1965, adaptado ao cinema em 1967) e prensador de papel (Uma Solidão Demasiado Ruidosa, 1976) a contra-regra e telegrafista. As suas obras circularam clandestinamente após a Primavera de Praga, foram banidas e queimadas, e, a par de outros intelectuais, Bohumil Hrabal foi acossado pelo regime comunista e pelos censores do Estado. Distinguiu-se pela publicação de obras como Eu que Servi o Rei de Inglaterra (1971), A Terra Onde o Tempo Parou (1973) e Terno Bárbaro (1973), pelo humor grotesco e irreverente e pela obsessão com o discurso autêntico e pitoresco do seu povo. No seu último dia neste mundo, caiu da janela do quinto andar num hospital de Praga, ao dar de comer aos pombos.

Perfil do autor