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Uma Teoria Feminista da Violência

Françoise Vergès

16,50 

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REF: 9789899225411 Categoria:

Descrição:

Os debates em torno da igualdade de género são um repertório de violência: assédio, violação, abuso, feminicídio. Palavras que designam uma realidade cruel, mas escondem outra: a da violência de género cometida com a cumplicidade do Estado. Em UMA TEORIA FEMINISTA DA VIOLÊNCIA, Françoise Vergès denuncia a viragem carcerária na luta contra o sexismo e a obsessão punitiva do Estado, que, ao centrar-se nos «homens violentos», omite a origem da sua violência. Para Vergès, não restam dúvidas: o capitalismo racial, os populismos ultraconservadores, a devastação do Sul global pelas guerras e pilhagens imperialistas, os milhões de pessoas exiladas e a proliferação de prisões põem a masculinidade ao serviço de uma política de morte. Por oposição à actual tendência, a autora reflecte sobre a violência como componente estruturante do patriarcado e do capitalismo, e já não enquanto especificidade masculina, e exorta-nos a imaginar uma sociedade pós-violenta, que não naturaliza a violência, que não a celebra, nem faz dela tema central da sua narrativa sobre o poder.

Características

Autor
Françoise Vergès
Editora
Orfeu Negro
Número de páginas
192
Edição
Janeiro 2026
Dimensões (cm)
1.8 × 1.2 × 0.2 cm
Peso
217 g

Sobre o autor

Foto do autor Françoise Vergès

Françoise Vergès

Françoise Vergès é politóloga, historiadora, ativista e especialista em estudos pós-coloniais. Formou-se em Ciências Políticas e Estudos Feministas na Universidade do Estado de San Diego e doutorou-se em Teoria Política na Universidade da Califórnia em Berkeley. É autora de várias obras e ensaios sobre o abolicionismo, a psiquiatria colonial e pós-colonial, a memória da escravidão e novas formas de colonização e racialização. Trabalha regularmente com artistas, tendo sido coautora dos documentários Aimé Césaire face aux révoltes du monde e Maryse Condé: une voix singulière. Como curadora independente organizou as exposições L’esclave au Louvre: une humanité invisible, no Museu do Louvre, bem como Dix femmes puissantes e Haïti, effroi des oppresseurs, espoir des opprimés, no Memorial da Abolição da Escravatura, em Nantes.

Perfil do autor