Agenda Forense 2026 Bolso Verde
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Descrição:
Situado na interseção entre vulnerabilidade estrutural e ativismo infantojuvenil, este estudo questiona a adequação do sistema europeu de direitos humanos à justiça climática e à vulnerabilidade das crianças. Partindo da ausência de um direito autónomo ao ambiente na CEDH, analisa-se a jurisprudência do TEDH face à crescente ação infantojuvenil. Através do caso Duarte Agostinho, entre outros, examina-se a metamorfose da CEDH como “instrumento vivo” e a afirmação das crianças como protagonistas jurídicos, refletindo sobre a sua inclusão na justiça climática e na solidariedade intergeracional.
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